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Rose Nascimento evangeliza em evento de empresário LGBT

Cantora gospel afirmou que o cristão deve se aproximar de quem ainda não conhece JesusMúsica cristã e Gospel

Rose Nascimento evangeliza em evento de empresário LGBT
Rose Nascimento evangeliza em evento de empresário LGBT (Foto: Reprodução)

BRASIL — O cabeleireiro e empresário Hemerson Santos, amplamente conhecido nas redes sociais como “Mestre dos Cachos”, trouxe à tona uma polêmica envolvendo o meio musical gospel.Música e áudio

Durante a inauguração de seu novo salão de beleza, o empresário realizou um culto de gratidão, mas revelou que enfrentou dificuldades para compor a grade de participações musicais do evento.

O desabafo sobre a exclusão

Segundo Hemerson, quase todos os cantores gospel convidados declinaram o convite. O empresário atribuiu a recusa, em sua visão, à sua orientação sexual. “Eu pedi a muitos cantores evangélicos para cantar no meu culto e ninguém quis cantar no culto de um homossexual”, desabafou o empresário em vídeo registrado durante a celebração.

A única exceção foi a cantora Rose Nascimento, a quem Hemerson agradeceu publicamente. O empresário destacou que a relação entre ambos é pautada pelo respeito, ressaltando que a cantora o orienta sem, contudo, “passar a mão na cabeça” ou omitir seus princípios bíblicos.

A visão de Rose Nascimento

A presença de Rose Nascimento no culto foi um gesto que dividiu opiniões, mas a artista foi enfática em sua postura. Para ela, o papel do cristão não é se restringir ao convívio apenas com outros fiéis. “Não adianta, eu tenho que ganhar aquele que ainda não conhece Jesus. E o Hemerson? Ele ainda não é um crente”, pontuou a cantora
Rose defendeu que sua amizade com Hemerson é baseada no entendimento de que o amor ao próximo deve preceder o julgamento. Ela relembrou que a proximidade surgiu de forma espontânea, através de interações em redes sociais, e que desde a inauguração do primeiro salão do empresário, ela se dispôs a apoiá-lo.

Impacto e reflexão

O episódio levanta um debate necessário sobre os limites do comportamento de lideranças e artistas evangélicos frente a públicos diversos. Enquanto o setor conservador debate a postura de Rose Nascimento, o caso é visto por outros como um exemplo prático de uma evangelização que prioriza o contato humano em detrimento da segregação.